A Meta diz que o acesso ao sistema de arquivos do Muse é intencional e amplia o que usuários podem inspecionar
A Meta diz que o acesso ao sistema de arquivos do Muse é um comportamento intencional: a máquina virtual segura seria como um computador Linux próprio na nuvem, no qual o usuário pode instalar programas, escrever e compilar código e navegar na internet. Segundo David Singleton, do Meta Superintelligence Labs, essa arquitetura difere de plataformas como ChatGPT e Gemini.
O The Verge observou que, após inicialmente fornecer apenas uma árvore de diretórios em arquivo de texto e recusar uma cópia completa por motivos de segurança, o Muse passou a oferecer um navegador clicável com acesso à raiz e um arquivo compactado com toda a listagem do sistema, com os segredos removidos. A Meta havia informado ao site que ainda fazia atualizações no produto e que a quantidade de informações exibida sobre a máquina virtual poderia mudar. A empresa não respondeu ao questionamento sobre a recusa inicial.
Por que importa · interpretação editorial
Para desenvolvedores, a decisão da Meta de tratar a máquina virtual como um computador Linux acessível pode facilitar a inspeção do ambiente e a compreensão do que o Muse executa. Como a própria empresa diz que ainda atualiza o produto, o nível de visibilidade e as proteções de segurança podem continuar mudando.
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Segurança