7 de novembro de 2026 Entenda o que muda. Descubra o que usar.

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Mudança de “IA” para “Superinteligência” de Trump tem adesão desigual no governo dos EUA

Uma ordem executiva assinada por Trump no fim de setembro instruiu as agências governamentais dos Estados Unidos a substituir “Inteligência Artificial” por “Superinteligência”, ou “SI”. Um mês depois, o novo termo já aparece em sites do governo e em solicitações oficiais, incluindo um pedido do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) para sistemas de vigilância “alimentados por SI”. Alguns sites, como o dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), avisam que as duas terminologias poderão aparecer durante a transição.

A adesão, porém, é irregular. O Pentágono usou “IA” ao anunciar o Projeto Meridian, a Comissão Federal de Comércio (FTC) escreveu “superinteligência” em uma palavra, e comunicados recentes do Departamento de Saúde e Serviços Humanos não adotaram o novo termo. Segundo a MIT Technology Review Brasil, a mudança pode transformar uma escolha linguística em teste de alinhamento político, embora “IA” provavelmente continue presente em programas e documentos já existentes.

Por que importa · interpretação editorial

A mudança de terminologia já afeta sites, pedidos oficiais e a descrição de sistemas de vigilância, enquanto sua adoção desigual cria possíveis inconsistências na comunicação entre órgãos. A avaliação da MIT Technology Review Brasil também aponta que o vocabulário pode passar a funcionar como sinal de alinhamento político, sem substituir imediatamente “AI” em programas existentes.

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